segunda-feira, 9 de junho de 2014

Trecho do Relatório de estágio, módulo 7



"Desenvolvimento da Sequencia didática: Apliquei essa sequencia didática em três dias, primeiramente ao iniciar a aula, me apresentei para as criança dizendo meu nome, e falando para elas que iriamos trabalhar com uma coisa muito importante para nós, algo de muita representação  na nossa vida, e que era o nosso nome próprio, expliquei para elas que sem um nome ficaria difícil de sermos identificados em meio a tantas pessoas, pedi para elas imaginarem se todos nós tivéssemos o mesmo nome, como seria? Uns já questionaram à respeito de nomes repetidos na sala de aula, uma criança logo disse: “E Heloísa e Heloísa, elas são iguais! Daí expliquei para eles que elas não eram iguais, apenas tinham o mesmo nome, e que iriamos procurar uma forma de diferencia-las para não nos confundirmos ao chamarmos por elas, procurei então junto com a professora no diário de classe, quais eram os sobrenomes das meninas, e então combinamos assim, chamaríamos uma de Heloisa Ferraz e a outra de Heloisa Silva, todos concordaram e dai a pouco já estavam chamando as menininhas pelos nomes e sobrenomes e já conseguiam diferenciar uma da outra ao chamar por elas. Prosseguindo com o assunto dos nomes ensinei uma musiquinha para eles e começamos a cantar, quando parava um refrão a criança para quem eu apontasse teria de dizer seu nome em voz alta, cantamos até que todos da turma se apresentaram com seu primeiro nome.

Distribui para eles um desenho xerocado contendo um menininho e em evidencia o seu nome próprio. Eles coloriram esse desenho. Distribuir atividade para casa, onde se pede para que os pais contem a historia do nome de cada criança.

No segundo dia, pedir para que as crianças contem a história do seu nome, muitas conseguiram falar o porquê de terem seu nome, mas muitas não conseguiram, então tive que ler os caderninhos e contar para os colegas a história do nome daqueles que não conseguiram contar sozinhos. Em seguida com a ajuda da professora construí crachás contendo o nome de cada criança e colocamos os crachás colados na blusa de cada criança. Desenvolvimento de atividade para reconhecimento de seu nome em folha xerocada contendo o nome de todas as crianças da turma: Emanuel, Sabrina, Heloísa, Josué, Gabriel, Gustavo, Alana, Sofia, Ravi, Ana Karolina, Davi, Ana Lua, Geovana, Kiara, Betina, Heloísa.

 No terceiro dia com a ajuda da professora e da criança, construímos um cartaz “QUEM VEIO HOJE”, que já era uma projeto da professora, então fizemos juntas. Uma cartaz com o referido titulo, e cheio de encaixes para que nesses encaixes todos os dias possam ser colocadas as fichas com os nomes das crianças que vieram naquele dia. Fizemos isso com a ajuda deles, Eu levantava uma ficha e pedia para que eles reconhecessem o nome, é claro que muitos já reconheceram o seu nome e dizia : esse é o meu nome!, eu vim hoje, quando eles não reconheciam eu dizia o nome e perguntava: Gabriel veio hoje?- Não , Gabriel não veio hoje, então o nome dele não vai para o mural hoje. E durante os dias em que eu estava na sala fazíamos essa atividade todos os dias no início da aula, depois da recepção e da oração inicial, dura pouco tempo e ajuda para que as crianças comecem a reconhecer seus nomes e o dos colegas e da professora."

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Video relacionado ao tema do TCC.


Link do vídeo relacionado ao tema do TCC.


Comentário:

Dentre vários vídeos que assisti achei esse muito interessante, pois em poucos minutinhos deu pra percebermos como uma atividade lúdica desperta a atenção das crianças, e o aprendizado também. A professora além de ter utilizado materiais recicláveis como tampinhas de garrafa, uma tabua e elásticos, ela teve uma ideia superinteressante, ela montou um caça palavras com nomes de animais, a principio pode se perceber que em cada tampinha tem uma sílaba das palavras, que ao procurar no tabuleiro, juntando as sílabas a criança forma palavras e as lê. Pode se montar esse caça-palavras com nomes de diversas coisas.

Resenha do Artigo O Lúdico na Educação Infantil: jogar, brincar, uma forma de educar.


 


Regina Dallabona, Sandra; Maria Schmitt Mendes. O Lúdico na Educação Infantil: jogar, brincar, uma forma de educar. Instituição Catarinense de Pós-Graduação - ICPG.


O artigo trata do resgate do lúdico como processo educativo, demonstrando que ao se trabalhar ludicamente não se está abandonando a seriedade dos conteúdos a serem apresentados à criança. O artigo inicia com o resumo, onde demonstra resumidamente o que será tratado. Em seguida apresenta a introdução expondo sobre o lúdico e sua importância no desenvolvimento infantil e cita alguns autores que contribuem com o tema em questão. Depois trata da linguagem referente ao lúdico e discute o jogo, a brincadeira, brinquedo e lúdico num sentido mais amplo.

No artigo trata do seguinte questionamento sobre o brincar: uma questão de hábito ou necessidade?. Chegando a conclusão de que toda criança brinca, seja por prazer ou por necessidade. Trata, também, do enfoque teórico, segundo Santos (1999), do ponto de vista filosófico, sociológico, psicológico, da criatividade e pedagógico. O brincar é uma necessidade básica da criança, é brincando que se aprende e se desenvolve.

Posteriormente é abordada neste artigo a questão da criança, da educação e do lúdico. Segundo a autora as crianças encontram dificuldades em relação ao brincar, devido suas condições precárias de vida, devido às transformações do mundo capitalista e por os pais estarem esquecendo-se da importância do brincar. Aborda, também, o papel da ludicidade no desenvolvimento infantil, apresentando as ideias de Vygotsky (1984). Questões como educação e ludicidade e o lúdico como processo educativo são tratadas neste artigo, discutindo a importância da mudança da postura do professor atual, já que o homem está em constante mudança. Sendo fundamental considerar a relações entre a escola, o lazer e o processo educativo para tornar a aprendizagem prazerosa.

Por fim apresenta as considerações finais sobre o tema, ressaltando a importância do lúdico e apresenta algumas contribuições relacionadas com o lúdico na educação e de como o professor deve agir para que a aprendizagem seja dinâmica e prazerosa, capaz de colaborar de forma significativa no desenvolvimento da criança.  

Este capítulo trata de um tema de relevante importância, é recomendado para acadêmicos do curso de pedagogia, para educadores da educação infantil e também para aqueles que desejam conhecer melhor sobre a importância do lúdico, pois a ludicidade proporciona o desenvolvimento e a aprendizagem de maneira prazerosa e dinâmica. Também trás grandes contribuições, acrescenta e enriquece as ideias capazes de facilitar o entendimento e promover uma maior reflexão sobre o tema no momento da elaboração do meu trabalho de conclusão de curso, pois trás esclarecimentos sobre o lúdico por tratar do lúdico como forma de brincar e aprender ao mesmo tempo.

O  LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: - Pós-graduação UNIASSELVI / Disponível em: www.posuniasselvi.com.br/artigos - Acesso em: 02 de Abril de 2014.


Tarcísia Botelho de Souza “Acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)”.

 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

2ª Resenha do módulo 6, Pedagogia- UAB-UFMG



Resenha do Capítulo 1 do Livro Ludicidade na Sala de Aula. Pacto Nacional Pela Educação na Idade Certa.
Brainer, Magaret; Teles, Rosilda; Leal, Telma Ferraz; Cavalcante, Tícia Cassiany Ferro . Ser cuidado, brincar e aprender: direito de todas as crianças / Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa.
No capítulo 1 do livro Ludicidade na Sala de Aula (Pacto Nacional Pela Educação na Idade Certa) discute o tema “Ser cuidado, brincar e aprender: direito de todas as crianças”. Neste capítulo são feitos alguns questionamentos sobre o jogo e a brincadeira. Trata do lúdico, uma vez que o mesmo conduz a motivação e a diversão, além de possibilitar a criatividade das crianças e representar liberdade de expressão, principalmente quando as atividades lúdicas são realizadas em grupo. Trata também das brincadeiras do ponto de vista didático, sendo que elas criam situações nas quais motivam as crianças a participarem das atividades e a se interessarem pelos conteúdos curriculares. Contribuições dos estudos de Vygotisky, Mantoan, Cavalcante e Ferreira, dentre outros, são incluídas neste capítulo, destacando o paradigma de inclusão. O papel do professor, nesse sentido, é fundamental e os materiais lúdicos são suportes de grande importância para a inclusão de crianças sem e com deficiência, em todas as disciplinas, na escola, pois todos têm direito a aprender, a brincar, a se divertir.
O capítulo 1 é iniciado com questionamentos sobre o jogo e a brincadeira. Em seguida faz alguns comentários sobre o lúdico e seus benefícios para as crianças. É no grupo que as crianças percebem que existem outros sujeitos e que elas não são únicas e que, portanto, precisam levar em consideração não só os seus objetivos, mas, também, os objetivos do outro. O lúdico satisfaz as necessidades de crescimento da criança, desenvolve suas habilidades motoras e a expressão corporal. O lúdico estimula a excitação intelectual, desenvolve habilidades perceptuais e de memória. Já na área social, o lúdico possibilita a interação com pessoas e ensina a compartilhar e, ainda, a respeitar e a ser respeitado. Neste mesmo capítulo trata as brincadeiras do ponto de vista didático e chega à conclusão de que as brincadeiras contribuem para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças, incluindo aquelas com deficiências. Para tanto é necessário fazer as adaptações precisas para a inclusão e participação de todas as crianças. É essencial que o professor conheça todos os seus alunos para que ele possa buscar e aplicar o método mais adequado e as melhores estratégias didáticas, focado nos direitos de aprendizagem. O professor deve atender algumas especificidades em relação às crianças com deficiência, realizando avaliações constantes e atenção especial as suas necessidades, além de aderir a estratégias didáticas que auxiliem cada criança no seu caminho rumo à aprendizagem de forma prazerosa.
Neste capítulo 1 discute sobre as crianças com deficiência que não possuem oralidade e sobre as crianças com autismo grave, deficiência intelectual, síndrome de Down, paralisia cerebral e surdez, e apontam maneiras de como trabalhar com elas no primeiro ano do ensino fundamental. Descreve que a parceria de um profissional da área traz grande contribuição e o recurso de adaptação necessário depende das possibilidades e dos impedimentos de cada criança. O importante é a inclusão de todas nas atividades, nos jogos e nas brincadeiras, pois quando as crianças brincam, aprendem. A ludicidade e a aprendizagem se complementam. O capítulo é finalizado com a defesa das autoras em relação à inclusão na escola, focada no prazer de aprender e apontam que as brincadeiras e os jogos ajudam não só na aprendizagem do sistema alfabético, como também auxiliam na aprendizagem de conteúdos e de componentes curriculares. Por fim apresenta o foco central do trabalho, que é que todos têm direito a aprender, a brincar, a se divertir.
Este livro, principalmente no capítulo 1 analisado, trata de um tema de suma importância, é recomendado para acadêmicos do curso de pedagogia, para educadores da educação infantil e também para aqueles que desejam conhecer melhor sobre o brincar e o aprender como direito de todas as crianças, pois o brincar proporciona o desenvolvimento e a aprendizagem de maneira prazerosa e diversificada. Este capítulo pode trazer grandes contribuições para elaboração do meu trabalho de conclusão de curso, pois traz esclarecimentos sobre o lúdico por tratar do brincar e do aprender como direito de todas as crianças. A questão da inclusão e da ludicidade vem acrescentar e enriquecer as ideias, além de trazer novas experiências, facilitar o entendimento e promover uma maior reflexão sobre o tema.
Brasil, Secretaria de Educação Básica. Diretoria de apoio à Gestão Educacional. Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: Ludicidade na sala de aula: ano 01, unidade 04 / Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica, Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. – Brasília: MEC, SEB, 2002, p. 06-13.
Tarcísia Botelho de Souza “Acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)”.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

1ª Resenha módulo 6, Pedagogia UFMG_UAB



Resenha do Capítulo 2 do Livro Educação Infantil, Múltiplas Linguagens e Formas de Interação.
Dias, Fátima Regina Teixeira de Salles; Faria, Vitória Líbia Barreto. Múltiplas Linguagens e Formas de Interação da Criança com o Mundo Natural e Social: Brincar, Linguagem Oral e Escrita/ Curso de Pedagogia UAB UFMG Graduação.
Este Livro descreve o tema “Múltiplas Linguagens e Formas de Interação da Criança com o Mundo Natural e Social: Brincar, Linguagem Oral e Escrita”, sendo que no capítulo 2 do mesmo expõe o tema “O Brincar, Como Linguagem”. No capítulo citado relata a importância do brincar como uma das formas privilegiadas da criança se comunicar e estar em contato com o mundo, descobrindo-o, conhecendo-o, explorando-o e relacionando-se. O Brincar é, também, uma das formas de linguagem da criança. É através do contado social e do meio cultural que a criança aprende e se desenvolve.
Dias e Faria iniciaram o capítulo 2 descrevendo sobre a função do brincar para as crianças, em seguida citam as áreas do conhecimento que estudam o brincar e suas contribuições para compreensão dessa linguagem e do brincar como capacidade do ser humano realizar transformações e produzir significados diferentes a um determinado objeto ou ação. Descrevem as contribuições dos estudos de Piaget e Vygotsky em relação ao brincar no desenvolvimento da criança. Segundo as autoras, o brincar proporciona o aprender a lidar com regras e a desenvolver o autocontrole, seja através dos jogos ou de brincadeiras de faz-de-conta. O jogo é uma atividade composta de regras, de tempo e espaço, com determinado objetivo. Neste mesmo capítulo é analisada a brincadeira de um grupo de crianças de cinco anos numa Instituição de Educação Infantil, é feito um questionamento sobre o papel da Instituição de Educação Infantil ao brincar e apresenta algumas propostas importantes a serem seguidas pelo professor no cotidiano de sua prática pedagógica.
Dias e Faria relatam que o brincar, no ponto de vista da Psicanálise, exerce um papel de suma importância como forma simbólica de expressar desejos insatisfeitos, além de tensões, medos e angústias. Segundo elas, de acordo com a perspectiva histórico-cultural, a competência de brincar se constrói na relação entre o biológico e o cultural. Por meio do brincar, do faz-de-conta, a criança imita o mundo adulto para tentar entendê-lo, determinam e dividem uma cultura da infância com valores, ideias, códigos exclusivos da realidade.
Para melhor entendimento dessas ideias, Dias e Faria analisaram a brincadeira de um grupo de crianças de cinco anos onde pode-se perceber que para concretizarem a brincadeira essas crianças tiveram que desenvolver ações comuns com envolvimento mútuo  e com entrosamento entre elas. Cada integrante assumiu seu papel conforme sua função para que a brincadeira fosse bem sucedida. Houve também interações verbais e não verbais entre elas. De acordo com as referidas autoras a repetição é um pressuposto do brincar que permite às crianças a aprendizagem da sociabilidade e construção de sua ordem social. É através das brincadeiras de faz-de-conta que a criança desenvolve o seu pensamento, reproduz situações vivenciadas por ela no seu dia a dia e constitui contatos sociais. Por meio do brincar as crianças se sentem integrantes de um grupo. Para as autoras alguns professores acreditam que o brincar em uma instituição infantil serve somente como estratégia para assimilar determinados conteúdos, já alguns professores deixam as crianças brincarem livremente somente para preencher o tempo. Mas aqueles professores que reconhecem o verdadeiro sentido do brincar compreendem a importância dessa linguagem ser inserida às crianças, favorecendo a imaginação delas, entre outros aspectos. Dias e Faria apresentam algumas sugestões a serem seguidas pelos professores de 0 a 5 anos e cita exemplos dessas sugestões. O capítulo é finalizado expondo a necessidade de explicitar, na proposta pedagógica da Instituição Educacional Infantil, o papel do professor.
Este livro, em especial o capítulo 2 analisado, discuti um tema muito interessante e importante, é recomendado para acadêmicos do curso de pedagogia, para educadores da educação infantil e também para aqueles que desejam conhecer melhor sobre o brincar, como linguagem, já que o brincar proporciona o desenvolvimento e a socialização da criança, e facilita a aprendizagem de forma prazerosa e dinâmica. Este capítulo pode auxiliar bastante na elaboração do meu trabalho de conclusão de curso, pois o tema apresentado é uma complementação do tema do mesmo, no qual proporciona o enriquecimento do trabalho, acrescentando novas ideias e experiências.
Dias, Fátima Regina Teixeira de Salles. Múltiplas Linguagens e Formas de Interação da Criança com o Mundo Natural e Social: Brincar, Linguagem Oral e Escrita/ Fátima Regina Teixeira de Salles Dias, Vitória Líbia Barreto de Faria. - Belo Horizonte: FAE/UFMG, 2009. 40p. : il. –. (Educação infantil. Múltiplas linguagem e Formas de Interação) Obra produzida para o curso de Pedagogia da Universidade Aberta da UFMG-UAB-EAD.
Tarcísia Botelho de Souza “Acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)”.


Experiência vivida em meu estágio no 5º período.


Neste período presenciei um episódio muito complicado em meu campo de estágio, que diz respeito a uma criança aluna do 1º ano do ensino fundamental. Segundo informações do pessoal da escola, esse menino entrou para estudar em uma turma com certa professora, mas segundo a criança ela não foi com a cara da professora e começou a ficar agressivo, violento com a professora, não fazia suas tarefas, e por final quis até agredir a professora. Os pais foram comunicados e chamados à escola várias vezes, e disseram que a criança era daquele jeito mesmo e que nem eles davam conta dele. Acabou que o transferiram para outra turma de 1º ano, com outra professora. Essa por sua vez o recebeu com muito carinho e atenção, já sabendo do problema de comportamento da criança. Mas mesmo assim a criança não teve jeito continuou a ficar rebelde, a criar uma série de problemas na sala de aula, estava atrapalhando muito os outros colegas e a professora. Ele não gostava da escola, era uma criança sem controle. Acabou sendo transferido para outra escola da cidade, e segundo notícias que tive sobre ele , me disseram que ele está bem e se comporta bem, participa das aulas e não houveram mais problemas com ele na outra escola e com a outra professora.

RESENHA, A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL.





Dallabona, Sandra Regina; Schmtt Mendes, Sueli Maria. O Lúdico na Educação Infantil: jogar, brincar, uma forma de educar/ Instituto Catarinense de Pós-Graduação – www.icpg.com.br.
Este artigo aborda o tema “O Lúdico na Educação Infantil: jogar, brincar, uma forma de educar”. Relata a importância da inserção do lúdico nas atividades educativas e a importância das atividades lúdicas no desenvolvimento da percepção, da imaginação, da fantasia e dos sentimentos da criança, ou seja, no desenvolvimento global da criança.
Sandra Regina Dallabona e Sueli Maria Schmtt Mendes começaram o artigo resumindo o tema, e em seguida fizeram a introdução e dividiram o texto em três tópicos: A Linguagem Referente ao Lúdico; Brincar: Uma Questão de Hábito ou uma necessidade? ; A criança, a Educação e o Lúdico. Destacaram também: O Papel da Ludicidade no Desenvolvimento Infantil; Educação e Ludicidade; e o Lúdico como um Processo Educativo e finalizou com as considerações finais. As autoras abordaram a questão do lúdico tendo em vista que o ser humano, durante a sua vida, sempre se depara com situações novas de aprendizagem. Estas situações de trocas de aprendizagem e de interações referem-se à educação. Elas abordaram também, o lúdico como umas das formas mais eficazes de incentivar o aluno na realização das atividades. Por isso apresentam o lúdico na educação infantil com a finalidade de levar o educador a compreender o significado e a importância do mesmo, incluindo o brincar em seus projetos educativos, visando o desenvolvimento global e a aprendizagem da criança de maneira prazerosa.
         Sandra Regina Dallabona e Sueli Maria Schmtt Mendes iniciam o tema refletindo sobre a linguagem referente ao lúdico. Segundo elas alguns autores ligam o lúdico ao jogo, uma vez que o jogo é uma atividade composta de regras, de tempo e espaço, com determinado objetivo, seguido de expectativas e alegrias. As referidas autoras apresentam as definições dos termos jogo, brinquedo e brincadeira, segundo o dicionário Larousse (1982), sendo que a atividade lúdica envolve de maneira mais generalizada, as definições dos termos citados. De acordo com elas, desde o inicio da humanidade as crianças brincam e certamente continuarão brincando, porque elas sentem prazer e alegria no brincar. Elas também descrevem o enfoque teórico dado ao brincar por Santos (1999), do ponto de vista filosófico, do ponto de vista sociológico, do ponto de vista psicológico, do ponto de vista da criatividade e do ponto de vista pedagógico. Levando à conclusão de que o “brincar é viver”. É Brincando que o sujeito se desenvolve em todos os aspectos, seja cognitivo, afetivo, motor, social, além de exercitar sua imaginação, sua criatividade e construir seus conhecimentos, pois a criança é um ser social e único em suas individualidades e diferenças. O brincar auxilia na resolução dos problemas da criança, já que o brincar é natural dela e o jogo é uma ferramenta que possibilita o seu desenvolvimento físico e mental. Para tanto é necessário tempo e espaço para que o brincar aconteça. Atualmente com o capitalismo, o ato de brincar está sendo banido cada vez mais e outras atividades estão tomando espaço, diminuindo o tempo para as brincadeiras e para o faz de conta. Com isso os pais acabam esquecendo-se da importância do brincar. É através das atividades lúdicas que a criança desenvolve o seu pensamento, reproduz situações vivenciadas por ela no seu dia a dia e constitui contatos sociais. O lúdico torna a aprendizagem prazerosa e facilita o aprender. Para as autoras deste artigo houve uma mudança em relação ao professor e ao aluno, o professor hoje auxilia o aluno e o aluno tornou-se um pesquisador. Por tanto é fundamental resgatar as atividades lúdicas, enfrentando os desafios da atualidade, para que aconteça a formação de cidadões conscientes e críticos, preparados para a vida em todas as situações.
Este artigo é muito interessante, é recomendado para acadêmicos do curso de pedagogia, para educadores da educação infantil e também para aqueles que desejam conhecer melhor o lúdico, bem como a sua importância no desenvolvimento global da criança, pois o lúdico facilita a aprendizagem de forma prazerosa e dinâmica.
Sandra Regina Dallabona acadêmica do Curso de Especialização em Psicopedagogia do instituto Catarinense de Pós-Graduação - ICPG e Sueli Maria Schmtt Mendes Professora de Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil do instituto Catarinense de Pós-Graduação – ICPG.
Tarcísia Botelho de Souza “Acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Faculdade de Educação-Universidade Aberta de Brasil – Pólo de Teófilo Otoni”.